
O evento da Red Ant com o tema sobre marketing esportivo digital acontece amanhã!
Esteja preparado para fazer parte e entender mais desse cenário que oferece inúmeras possibilidades as diferentes marcas. Para dar forma a essa discussão, estarão presentes os profissionais Antônio Prada, Diretor de Conteúdo e Produtos do Terra, Bernardo Ramalho, Sócio Diretor do Esporte Interativo e Paulo Petroy, Latin America Marketing Communication da Samsung.
Se você não conseguiu se inscrever ou não poderá estar presente, acompanhe a transmissão via streaming http://redroom.br.com/ . Assim, você não perde nenhum detalhe!

Esse post foi feito a partir de uma matéria enviada pelo CEO da Red Ant, Dan Mortimer, a todo o time de formigas. Ficamos muito curiosos com tudo que foi falado, e, por isso, achamos válido compartilhar.
Quando pensamos em um evento como as Olimpíadas, as mega construções, sistemas de infraestrutura e logística são sempre lembrados e detém forte atenção dos envolvidos. Outros aspectos podem ficar mais esquecidos e ter a qualidade seriamente comprometida.
Um exemplo disso foi o site criado para as Olimpíadas de Londres, e mais especificamente na venda de ingressos online, por mais surpreendente que isso possa parecer.
O post de Nick Donnelly revela toda sua experiência e frustração ao tentar comprar diferentes ingressos para as competições Olímpicas de Londres. O que deveria ser uma atividade simples e cotidiana do período olímpico transformou-se em uma verdadeira dor de cabeça para o usuário.
Isso, na verdade, funciona como um alerta para os investimentos em 2016. Deve haver uma preocupação com os diferentes aspectos dos jogos. As pessoas circulam nos mais variados ambientes, e todos eles - e, é claro, também o online - devem oferecer ao público a melhor estrutura possível, sendo capaz de tornar a experiência dos jogos olímpicos prazerosa e inesquecível!
Ontem falamos sobre a maneira que a internet está mudando os hábitos dos fãs de esporte. A maneira de assistir e interagir com a programação, tem seus seus pilares alterados em função da tecnologia oferecida e apropriação do usuário.
Com o objetivo de ser um pouco mais específico sobre o tema, vamos falar do efeito “segunda tela”. Este efeito é caracterizado por um comportamento muito simples - provavelmente você já foi uma dessas pessoas, mesmo que não soubesse. Ela pode ser identificada quando os expectadores assistem tv, e, simultaneamente, interagem na web com o mesmo conteúdo.
Neste simples hábito é possível enxergar usuários que comentam os programas nas redes sociais e procuram mais informações na web. Não é à toa que diversas emissoras começam a desenvolver estratégias específicas, para engajar seus expectadores em mais de uma plataforma ao mesmo tempo. A experiência se estende e se completa nestes dois ambientes, tornando-se assim cada vez mais integrados e complementares.
A pesquisa do Ibope confirma que este hábito é comum entre os brasileiros.


A necessidade agora é pensar esse novo paradigma da comunicação e ser capaz de envolver e engajar o usuário/expectador multiplataforma em um único assunto.
O relacionamento dos expectadores com o esporte tem mudado em função das tecnologias oferecidas. O comportamento dos fãs tem se adaptado as diferentes plataformas digitais e suas particularidades.
Se antes assistir um jogo era uma atividade social realizada em torno de uma mesa de bar, agora as redes se apresentam como as novas arenas sociais onde cada um fala o que pensa, comemora e xinga muito!.
Para entender um pouco mais sobre esse cenário confira a apresentação que explica um pouco mais sobre os hábitos dos usuários na web

Ontem, foi lançado oficialmente o Red Room, evento da Red Ant, com o objetivo de falar sobre comunicação digital através de uma nova perspectiva.
Nessa primeira edição do Red Room o foco é em marketing esportivo, tema que não poderia ser esquecido, uma vez que essa é a realidade do momento em Londres – cidade sede da Red Ant – e será a do Brasil daqui a quatro anos.
O Red Room é evento que pretende entender e discutir as inovações que as Olimpíadas de Londres 2012 trouxeram para o ambiente digital. A partir daí, fazer uma análise e projetar cenários de negócios e de construção de marca no ambiente digital para os futuros eventos esportivos sediados no Brasil.
Os palestrantes convidados a dividir suas experiências e construir novos conceitos são pessoas que estão diante do ‘caos olímpico’. Envolvidos com a transmissão, patrocínios oficiais e forte presença de marca as empresas trazem a realidade Olímpica ao cenário brasileiro.
Samsung, Terra e Esporte Interativo estarão juntos com a Red Ant no dia 23 de Agosto para conduzir esse evento, e esperamos que você esteja com a gente!
Para participar basta fazer sua inscrição gratuita no site http://redroom.br.com/
Além disso, o Red Room terá cobertura via Twitter @Red_Ant_br e transmissão ao vivo via streaming. Não tem como perder!
Hoje na era da informação, o usuário/expectador possui uma força e opinião nunca vista na história. Até que ponto essa opinião do público influencia grandes emissoras com tradicionais métodos de transmissão?
A NBC, rede de televisão americana e broadcaster oficial das Olimpíadas, tomou uma decisão polêmica durante os Jogos de Londres 2012. Ao invés de transmitir o evento de abertura ao vivo, a emissora preferiu deixar esse grande momento para o horário nobre. E isso, tem se estendido também para as transmissões das principais decisões esportivas.

Os expectadores ficaram extremamente frustrados e não deixaram isso passar em branco nas redes sociais. Houve muitas críticas e sátiras utilizando a hashtag #NBCFail.
Após perceber a força e barulho destas críticas, a emissora decidiu transmitir o evento via streaming pelo site. Entretanto não foi uma atitude suficiente para acabar com percepção negativa.
Algumas empresas, como o app de video Show You, se aproveitaram deste atraso de transmissão da NBC para construir uma oportunidade. Ela incluiu conteúdo olímpico na sua grade e assim pode conquistar usuários que demandavam esse conteúdo.
A NBC, que pagou quase R$ 4 billhões para ser a emissora americana oficial das Olimpíadas, depende do horário nobre para otimizar a publicidade e arcar melhor com os custos de transmissão. Mas no que se refere a imagem diante dos fãs essa estratégia parece ter sido um tiro no pé.
É notável que o tradicional modelo de negócio das emissoras de televisão seja repensado para se adequar ao novo expectador.
Manoela Guimarães
Todos já sabiam que Londres 2012 seria a primeira Olimpíada em que Twitter e Facebook teriam força total. Apesar de já existirem em 2008, durante as Olimpíadas de Pequim, ambas as redes tiveram um crescimento vertiginoso nos últimos anos.
Como já era esperado, e por algumas vezes comentamos aqui no blog, diversas marcas atuaram com uma estratégia específica para ações nas redes. Mas é curioso reparar a força política que Twitter e Facebook conquistaram, indo além de uma ferramenta de marketing.
Antes da abertura oficial dos jogos, a atleta grega Voula Papachristou realizou um comentário racista em sua timeline, ela teria escrito que “com tantos africanos na Grécia, os mosquitos do Nilo Ocidental terão muita comida caseira”. Por conta disso, foi afastada da equipe olímpica de atletismo por ter uma conduta “incompatível com os valores olímpicos”, de acordo com o próprio Comitê Olímpico Grego.

Outro caso semelhante foi o da jogador de futebol Michel Morganella. Em seu tweet o atleta ofendeu os jogadores da seleção da Coréia do Sul após a derrota (2X1) do final de semana.
O suíço teria falado em seu Twitter que os sul coreanos seriam “retardados mentais” e após essa declaração foi expulso dos jogos olímpicos. Mesmo tendo sua conta apagada, os jornais suíços conseguiram registrar o depoimento, e não deixaram dúvidas para a delegação.
Apesar dos exemplos negativos, é interessante reparar a força que o Twitter conquistou. Seu conteúdo tem um imenso valor social e político, sendo usado como referência para tomada de decisões muito delicadas.
Alguém ainda duvida do potencial dos 140 caracteres?
Shazam, aplicativo de reconhecimento de mídia, também atua com reconhecimento de conteúdo para televisão americana com o “Shazam for Tv”. Com este aplicativo para Tv é possível interagir com propagandas, filmes e séries.
Em parceria com a NBC, Shazam for Tv disponibiliza conteúdo extra das séries mais assistidas da emissora, como cenas inéditas, informações sobre os atores, lista de músicas tocadas nos episódios. Para acessar essas informações, basta identificar na tela da tv o ícone do Shazam e entrar no aplicativo.

Nas Olimpíadas de 2012 não será diferente. A NBC, emissora oficial dos Estados Unidos nas Olimpíadas Londes 2012, deu continuidade a parceria com o app para fornecer conteúdo extra durante a cobertura do Jogos Olímpicos, como baixar apps das Olimpíadas, atualização dos horários das competições, biografia dos atletas, novidades e fotos, resultados das competições, participar de discussões.

O CEO da plataforma, Andrew Fisher, disse que a iniciativa é um importante marco para Shazam e para a TV e que a companhia está ansiosa para dar aos usuários uma oportunidade de maior engajamento e experiência de interatividade social durante os Jogos de Londres 2012.
Atualmente, a página brasileira com o maior número de fãs é a do Guaraná Antártica. São mais de 5 milhões de pessoas participando da página, e, esse foi o motivo pelo qual a marca iniciou sua última ação.
O número de fãs do Facebook do Guaraná é maior que a população de alguns países, diante disso, o Guaraná Antártica resolveu convocar sua própria seleção de futebol. A Seleção Amigos do Guaraná Antártica convocará 12 jogadores, que tiveram que se cadastrar no aplicativo da promoção e enviar um vídeo via Youtube com suas melhores jogadas. Os 240 vídeos mais votados pelos fãs serão analisados por profissionais, e no fim serão escalados pelo técnico brasileiro Mano Menezes.
A seleção a ser enfrentada no dia 7 de Junho é a da Costa Rica (responsáveis pela eliminação do Brasil nos jogos Pan Americanos 2011 de Guadalajara), um dos países mencionados que somam menos de 5 milhões de habitantes.
Quando você escolhe não ir de transporte público a um estádio, um dos maiores problemas que você enfrenta é, sem dúvida, o estacionamento. Não encontrar vagas ou se deparar com dezenas de flanelinhas é um cenário recorrente em diversos estádios brasileiros.
Para mudar essa situação o ParkWhiz foi o primeiro site desenvolvido para ajudar a vida dos fãs do esporte com esse cenário. Pensado inicialmente para Chicago, a plataforma apresenta um sistema de reserva e oferta de vagas para jogos, que já atende 19 diferentes áreas próximas a estádios de baseball nos EUA - e alguns outros lugares como museus e parques.
Seu funcionamento é muito simples. Os diferentes estádios e outros locais que reservam vagas de estacionamento, podem listar seus endereços na plataforma ParkWhiz. O usuário escolhe a melhor opção e imprime um vale de estacionamento ou um e-ticket. Quando o usuário chega ao seu destino, basta apresentar o vale ou e-ticket indo diretamente a vaga que reservou.
O ParkWhiz definitivamente teve sua origem com o baseball. Após uma experiência ruim que o co-fundador Dalal Aashish teve ao tentar ir a um jogo e não conseguir estacionar o carro para assistir o Red Sox (time de baseball da cidade de Boston), a ideia do negócio surgiu. A oportunidade foi percebida e explorada de maneira objetiva.
Com grandes eventos esportivos previstos para o Brasil, além da consolidação da indústria do entretenimento, a demanda por estacionamentos precisa ser atendida. Será que a plataforma ParkWhiz é uma alternativa capaz de trazer resultados também aqui no Brasil?





